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Vivo anuncia que mais 13 projetos de geração distribuída (GD) serão lançados

setembro 7, 2021 às 9:43 am
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A Vivo está buscando ampliar os projetos de Biogás, energia solar e usinas hídricas, através de geração distribuída, como uma opção de energia renovável
A Vivo está buscando ampliar os projetos de Biogás, energia solar e usinas hídricas, através de geração distribuída, como uma opção de energia renovável. Fonte: Divulgação

A Vivo está buscando ampliar os projetos de Biogás, energia solar e usinas hídricas, através de geração distribuída, como uma opção de energia renovável para atender as demandas da companhia.

Nessa última segunda-feira, 06, a Vivo anunciou que seus projetos no ramo de Geração Distribuída (GD) serão ampliados. A meta é tornar em 83, o número de usinas hídricas, energia solar e de biogás, distribuindo nas cinco regiões brasileiras, de modo que englobe todo o território. No momento, o número de usinas da empresa, é o equivalente a 70. Dessa forma, a Vivo é somente mais uma, dentre as companhias que estão observando no cenário atual, uma maneira de tentar entrar no mercado de energia renovável.

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Como será desenvolvido o projeto da Vivo para construir usinas hídricas, energia solar e de biogás?

O setor de energia renovável vem ampliando cada vez mais no Brasil. Com isso, muitas empresas estão investindo em projetos que possuem como eixo principal, a criação desse tipo de fonte renovável. A Vivo, por exemplo, inaugurou em Quissamã, no Rio de Janeiro, duas usinas de energia solar. Para a companhia, é um grande avanço, principalmente por que é o início de uma nova era, onde essas unidades são as primeiras no segmento para o estado.

Com a inauguração dessas unidades, a empresa possui um total de 19 usinas em operação, funcionando em território brasileiro. Para que todas elas saíssem do papel, a Vivo conta com a Athon Energia, uma de suas parceiras para desenvolver projetos de geração distribuída. Assim, as unidades são construídas e operadas pela Athon, que mantém as unidades funcionando corretamente. Um ponto notável das usinas de energia solar Quissamã 100 e 200, é que ambas possuem uma linha de financiamento de crédito sustentável.

Esses créditos são chamados “green bonds”, onde são certificados por melhores práticas ESG. Em conjunto, a quantidade de painéis solares chega a perfazer um total de 4,8 mil, distribuídos em uma área de 10 hectares, em uma capacidade de 2 MW. Toda essa potência será utilizada para atender os negócios da própria Vivo, no Rio de Janeiro. Como, por exemplo, escritórios, lojas e estação de rádio. Com essa inauguração, a empresa possui 3 plantas inauguradas de geração distribuída.

O que esperar para os próximos meses de fonte de energia renovável?

A ideia é que, para contribuir ainda mais com o setor de energia renovável, sejam inauguradas mais 5 usinas, perfazendo oito plantas de geração distribuída. Onde, uma delas será fonte hídrica, duas unidades de biogás e cinco serão de energia solar. Para esses projetos, a Vivo acredita que, ao utilizar o modelo de geração distribuída, esse trata mais benefícios, sejam econômicos, sociais ou ambientais.

Assim, para evitar impactar negativamente o meio ambiente e reduzir perdas no sistema, a Vivo acredita também que com esses projetos, irá incentivar o desenvolvimento na região. Onde, a rede de distribuição da Enel RJ será utilizada, para que a produção de energia proveniente das usinas seja injetada nela. Uma vez que estão mais próximas aos consumidores da empresa.

Até 2022, a Vivo espera que o seu projeto de geração distribuída consiga produzir de energia, o equivalente a 711 mil MWh/ano (megawatts por hora/ano). Com essa quantidade, seria possível abastecer uma cidade com 320 mil habitantes. Portanto, com a inauguração desses projetos, seja em energia solar, hídrica ou de biogás, seria possível atender as 30 mil unidades da Vivo, espalhadas pelo Brasil.

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