Tuesday, 21 de September de 2021

Vivo anuncia que mais 13 projetos de geração distribuída (GD) serão lançados

A Vivo está buscando ampliar os projetos de Biogás, energia solar e usinas hídricas, através de geração distribuída, como uma opção de energia renovável

A Vivo está buscando ampliar os projetos de Biogás, energia solar e usinas hídricas, através de geração distribuída, como uma opção de energia renovável para atender as demandas da companhia.

Nessa última segunda-feira, 06, a Vivo anunciou que seus projetos no ramo de Geração Distribuída (GD) serão ampliados. A meta é tornar em 83, o número de usinas hídricas, energia solar e de biogás, distribuindo nas cinco regiões brasileiras, de modo que englobe todo o território. No momento, o número de usinas da empresa, é o equivalente a 70. Dessa forma, a Vivo é somente mais uma, dentre as companhias que estão observando no cenário atual, uma maneira de tentar entrar no mercado de energia renovável.

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Como será desenvolvido o projeto da Vivo para construir usinas hídricas, energia solar e de biogás?

O setor de energia renovável vem ampliando cada vez mais no Brasil. Com isso, muitas empresas estão investindo em projetos que possuem como eixo principal, a criação desse tipo de fonte renovável. A Vivo, por exemplo, inaugurou em Quissamã, no Rio de Janeiro, duas usinas de energia solar. Para a companhia, é um grande avanço, principalmente por que é o início de uma nova era, onde essas unidades são as primeiras no segmento para o estado.

Com a inauguração dessas unidades, a empresa possui um total de 19 usinas em operação, funcionando em território brasileiro. Para que todas elas saíssem do papel, a Vivo conta com a Athon Energia, uma de suas parceiras para desenvolver projetos de geração distribuída. Assim, as unidades são construídas e operadas pela Athon, que mantém as unidades funcionando corretamente. Um ponto notável das usinas de energia solar Quissamã 100 e 200, é que ambas possuem uma linha de financiamento de crédito sustentável.

Esses créditos são chamados “green bonds”, onde são certificados por melhores práticas ESG. Em conjunto, a quantidade de painéis solares chega a perfazer um total de 4,8 mil, distribuídos em uma área de 10 hectares, em uma capacidade de 2 MW. Toda essa potência será utilizada para atender os negócios da própria Vivo, no Rio de Janeiro. Como, por exemplo, escritórios, lojas e estação de rádio. Com essa inauguração, a empresa possui 3 plantas inauguradas de geração distribuída.

O que esperar para os próximos meses de fonte de energia renovável?

A ideia é que, para contribuir ainda mais com o setor de energia renovável, sejam inauguradas mais 5 usinas, perfazendo oito plantas de geração distribuída. Onde, uma delas será fonte hídrica, duas unidades de biogás e cinco serão de energia solar. Para esses projetos, a Vivo acredita que, ao utilizar o modelo de geração distribuída, esse trata mais benefícios, sejam econômicos, sociais ou ambientais.

Assim, para evitar impactar negativamente o meio ambiente e reduzir perdas no sistema, a Vivo acredita também que com esses projetos, irá incentivar o desenvolvimento na região. Onde, a rede de distribuição da Enel RJ será utilizada, para que a produção de energia proveniente das usinas seja injetada nela. Uma vez que estão mais próximas aos consumidores da empresa.

Até 2022, a Vivo espera que o seu projeto de geração distribuída consiga produzir de energia, o equivalente a 711 mil MWh/ano (megawatts por hora/ano). Com essa quantidade, seria possível abastecer uma cidade com 320 mil habitantes. Portanto, com a inauguração desses projetos, seja em energia solar, hídrica ou de biogás, seria possível atender as 30 mil unidades da Vivo, espalhadas pelo Brasil.

Ruth Rodrigues
Formada em Ciências Biológicas pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), atua como redatora e divulgadora científica.