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Engie Brasil Energia está construindo complexo eólico no Rio Grande do Norte

fevereiro 16, 2022 às 11:58 am
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O Rio Grande do Norte está recebendo mais um projeto de energia renovável por parte da Engie Brasil Energia, um complexo eólico que irá receber bilhões em investimentos para a produção
O Rio Grande do Norte está recebendo mais um projeto de energia renovável por parte da Engie Brasil Energia, um complexo eólico que irá receber bilhões em investimentos para a produção. Fonte: REUTERS/Stephane Mahe/File Photo

O Rio Grande do Norte está recebendo mais um projeto de energia renovável por parte da Engie Brasil Energia, um complexo eólico que irá receber bilhões em investimentos para a produção

Durante esta última quarta-feira, (16/02), representantes da Engie Brasil Energia e a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, se reuniram para discutir o novo projeto de energia renovável da companhia. Assim, o estado irá receber investimentos bilionários para a construção de um complexo eólico que será montado nos municípios de Lajes e Pedro Avelino e contará com uma alta capacidade de produção de energia a partir dessa fonte renovável.

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Complexo Eólico Santo Agostinho será construído pela Engie Brasil Energia no estado do Rio Grande do Norte 

O estado do Rio Grande do Norte acaba de receber mais um empreendimento gigantesco dentro do segmento das energias renováveis, após uma parceria com a Engie Brasil Energia. A companhia fechou um projeto de energia renovável no estado e irá realizar a construção do Complexo Eólico Santo Agostinho entre os municípios de Lajes e Santo Agostinho, com investimentos previstos para R$ R$ 2,3 bilhões durante os próximos anos pela empresa. 

Uma reunião foi realizada entre os representantes da Engie Brasil Energia e a governadora do estado do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, durante esta última quarta-feira, para a assinatura do acordo e mais detalhes do projeto de energia renovável. Assim, o complexo eólico terá capacidade instalada de 434 MW e 70 aerogeradores com altura de 170 metros e capacidade para produzir 6,2 MWh por unidade, três vezes mais que os equipamentos usados atualmente. Além do investimento inicial, as aplicações futuras da empresa que estão previstas para os próximos cinco anos no Rio Grande do Norte somam R$ 6,5 bilhões.

A governadora do estado do Rio Grande do Norte comemorou o projeto de energia renovável da Engie Brasil Energia e afirmou que “O governo está de portas abertas para avançar nas parcerias, que são importantes para o desenvolvimento de nosso Estado neste momento de transição energética. O Estado é parceiro da iniciativa privada e está fazendo o papel que lhe cabe, com transparência, com senso de responsabilidade, com segurança jurídica e preocupação social. Nosso governo preza muito pela relação com a sociedade, nossa matéria-prima é o diálogo”.

Estado do Rio Grande do Norte conta com um grande potencial para a produção de energia renovável e Engie Brasil Energia quer aproveitá-lo

A presença do estado do Rio Grande do Norte na produção de energia renovável no Brasil é bastante reconhecida e cerca de 87% da matriz energética do estado é composta por fontes limpas e renováveis. Além disso, a região possui 5 dos 7 maiores empreendimentos de energia renovável em todo o Brasil e, ainda conta com um total de 443 empreendimentos de geração de energia movidos por fonte eólica, solar, hídrica, biomassa e gás natural. 

Somente dentro do segmento da energia renovável a partir dos ventos, o estado é líder nacional com 213 usinas em operação que totalizam 6,5 GW de potência instalada e ainda conta com empreendimentos que estão em fase de construção, totalizando 44 novos parques com potência total de 1.4 GW.

Assim, a Engie Brasil Energia, que se instalou no estado em 2017 e já conta com dois empreendimentos fotovoltaicos em funcionamento, o Assu V, que produz 30 MW, e o Floresta, em Areia Branca, de 101 MW, quer aproveitar ainda mais esse grande potencial. De acordo com Giuliano Pasquali, gerente de Projetos da empresa, a empresa está com projetos futuros envolvendo os parques solares Assu Sol; Assu I, II, III e IV e o Santo Agostinho Solar.

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