Sunday, 24 de October de 2021

Multinacional GSK investiu R$ 4 milhões para instalar usina fotovoltaica e gerar energia solar para sua unidade no Rio de Janeiro

Entre as unidades da GSK, essa será a 1ª a adotar práticas de ESG, e contribuir com a meta de sustentabilidade ao gerar energia solar através da usina fotovoltaica

Entre as unidades da América Latina, essa será a 1ª a adotar práticas de ESG, além de contribuir com a meta de sustentabilidade ao gerar energia solar para sua unidade, através da usina fotovoltaica

A cada dia que se passa, mais empresas estão aderindo à prática sustentável em suas unidades. Afinal, a sustentabilidade é um dos temas mais debatidos atualmente, e para que isso seja possível, as companhias estão investindo em fontes de energias renováveis. Tal caminho é uma via de mão dupla, onde as unidades conseguem uma economia na conta de energia, enquanto o meio ambiente, é beneficiado com a redução de poluentes. Partindo desse ponto, a GSK, uma importante farmacêutica britânica, anunciou nessa segunda-feira, (04/10), que em sua sede, localizada em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, iria passar a atuar uma usina fotovoltaica, para gerar energia solar. Entre as unidades da empresa espalhadas pela América Latina, a brasileira é a primeira a adotar práticas de ESG (Environmental, Social and Governance).

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Uma das metas da GSK é promover a sustentabilidade ao operar com usina fotovoltaica que irá gerar energia solar, enquanto adota práticas ESG

A área onde a usina fotovoltaica será instalada possui cerca de 2.350 m², onde serão instaladas 760 placas fotovoltaicas, para que a captação de energia solar seja possível. Dessa forma, com essa quantidade de painéis será possível obter uma capacidade instalada de 450 MWH/ano de potência. Apesar de ser a primeira fase, as expectativas são altas, e irão beneficiar tanto o meio ambiente, quanto diminuir os gastos da GSK com energia, para a fabricação de medicamentos.

Somente nessa primeira fase, espera-se obter uma redução de 5% no consumo de energia elétrica. Já em relação a sua meta de sustentabilidade, a companhia deixará de emitir o equivalente à 54 toneladas de emissão de CO2 ao ano. Para implantar a usina fotovoltaica, a empresa terá que desembolsar R$ 4 milhões, onde a energia solar gerada, será utilizada na fabricação de alguns produtos, como medicamentos e outros da área da saúde.

De modo a contribuir com o legado da empresa, André Vivan, o presidente da GSK no Brasil, sabe “a importância de investir em fontes de energias renováveis em benefício do planeta e da sociedade. Estamos em busca de aprimoramento e esperamos servir de exemplo para outras iniciativas sustentáveis”. Portanto, as metas da companhia vem sendo a sustentabilidade e adotar práticas ESG.

Conheça um pouco mais da farmacêutica que pretende revolucionar o seu setor ao utilizar energia solar obtida através da usina fotovoltaica para produzir seus medicamentos

Devido ao tamanho do projeto, a usina fotovoltaica teve início em 2020, mas foi somente em agosto, que a sua primeira fase foi concluída. Até que isso fosse possível, foram enfrentadas diversas crises sanitárias, no entanto, tudo acabou dando certo. No futuro, espera-se instalar mais placas na usina fotovoltaica, para que a capacidade seja maior e consiga suprir as necessidades da empresa, e tornando-se mais sustentável ao reduzir as emissões de dióxido de carbono.

Buscando se tornar uma multinacional que utiliza 100% de energia renovável em suas operações, a empresa está investindo bastante para que isso seja possível, no decorrer dos próximos anos.

Conforme Graziela Fiorini Soares, diretora industrial da fábrica, a GSK está empenhada ser um exemplo de sustentabilidade. Buscando respeitar o meio ambiente, emitindo menos gases poluentes ao instalar a usina fotovoltaica para produzir energia solar e adotar práticas ESG. “Nossa jornada pela ecoeficiência está concentrada não só em atingir as metas estabelecidas pela empresa global e localmente. Nós levamos muito em consideração os cuidados que o meio ambiente precisa e reconhecemos nosso papel”, relatou a diretora.

Ruth Rodrigues
Formada em Ciências Biológicas pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), atua como redatora e divulgadora científica.